A MISSÃO BOLBO: TRANSFORMAR O MUNDO NUMA CASA.
A BOLBO nasce em Portugal, terra de navegadores e sonhos, onde o mar sempre foi convite para pensar adiante.
Hoje, essa herança ganha uma nova forma: não de conquista, mas de reconciliação, regenerando a relação entre a humanidade e a Terra. A nossa missão é ser ponte viva entre mares e raízes, entre o visível e o invisível, entre o que já foi e o que está a nascer.
A partir de Portugal, transformamos o mundo numa casa, unindo pessoas, comunidades e ecossistemas num só campo de consciência e coragem
BOLBO NA REVELAÇÃO DO 5º IMPÉRIO
Cada respiração consciente é uma caravela que regressa ao porto seguro do coração.
Quando olho para Portugal e para os caminhos que os nossos antepassados abriram nos mares, vejo que saímos demasiado de casa, enquanto povo e enquanto humanidade. Saímos para conquistar, explorar, dominar e nessa expansão, perdemo-nos de nós mesmos. Esquecemo-nos de habitar o corpo, de honrar a Terra, de ouvir o silêncio interior.
Hoje, o convite é o oposto. Não precisamos de novas caravelas, mas sim de âncoras, lembrar as qualidades da nossa Natureza Humana, de virtudes e valores.
Também precisamos voltar, pouco a pouco, a habitar-nos por dentro. Quando um ser humano lembra como estar presente no próprio corpo, sem fugir da dor, da emoção ou da verdade, ele cura não só a sua vida, mas também as memórias que carrega nos ossos, no sangue, na
alma. Para nós, portugueses, este momento tem um significado ainda mais profundo. Somos descendentes de navegadores, de colonizadores, de povos que partiram em busca de algo maior e de povos que foram arrancados à força, separados da sua terra e da sua gente. Em nós, vivem os dois lados da história: o que feriu e o que foi ferido. É por isso que, quando nos curamos, curamos também a Terra que guarda estas memórias. A Terra que agora pede compaixão, novas escolhas, revelando-nos novas rotas de cura.
Para as almas despertas, o regresso a casa é um regresso à essência. É reconhecer que não há como construir um novo mundo sem primeiro lembrar como habitar o nosso mundo interior. Quando eu habito o meu corpo, cada pessoa habita o
seu e juntos habitamos a Terra, algo muda profundamente no campo coletivo.
Já não somos um povo à deriva em busca de poder ou de salvação, mas almas que sabem estar presentes, criando novas rotas, desta vez de liberdade, união e paz.
O 5º Império não se constrói com bandeiras, mas com consciência. Cada respiração consciente é uma caravela que regressa ao porto seguro do coração. Cada escolha amorosa é um mapa novo, onde há apenas seres humanos a lembrar como se habitar novamente.
LAURA THIAWE